Voce acha que a vinda de Jesus está perto?

Perecerão os que nunca ouviram o evangelho?

Todos os homens são culpados diante de Deus por duas causas. Primeiro, por causa do pecado de Adão, que foi imputado a todo o gênero humano; e segundo, por causa dos próprios pecados cometidos ao transgredir a lei de Deus. A única forma em que os pecadores podem ser livres da culpa é por meio de sua fé em Cristo Jesus. Mas, e aqueles que nunca ouviram falar de Cristo e, portanto, não podem crer nEle? Estão perdidos? Perecerão no Inferno? A resposta de Paulo é: sim! Pois como explica em Rm 10:14-17, a menos que o Evangelho seja pregado aos perdidos (isto inclui a todos os perdidos, tanto pagãos como os judeus), e estes creiam nEle, eles não poderão escapar da ira de Deus. Referindo-se a Cristo, Pedro declara: “e não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4:12, ARA). Aqueles que não viveram debaixo da iluminação da Palavra de Deus, não serão julgados de maneira tão rígida como aqueles que viveram sob esta Palavra, entretanto, recusam ouvir as suas advertências e aceitar as suas promessas. Isto é o que Cristo nos ensina em Lc 12:47-48: “aquele servo, porém, que conheceu a vontade do seu Senhor, não se preparou, nem obedeceu conforme a sua vontade, receberá muitos açoites. Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez cousas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.” Como Hodge disse: “os homens serão julgados pela luz que desfrutaram individualmente. A base do juízo são as suas obras; a regra para julgá-los é o seu conhecimento.”[1] Sendo que os pagãos pecam contra Deus por transgredir a lei escrita em seus corações, é óbvio que perecerão, a menos que alguém lhes leve a mensagem de Cristo; pois, não há justificação para os pecadores, senão pela fé em Cristo. Deus salva aos seus escolhidos por meio do Evangelho de Jesus Cristo; e são chamados externamente pela mensagem evangélica e interiormente pelo Espírito Santo, que lhes capacita a crer na mensagem. “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o principio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Ts 2:13-14, ARA). Há quem crê que aqueles que nunca ouviram o Evangelho não poderão ser condenados. O seu argumento é de que “Deus não pode ser tão injusto ao condenar para o Inferno aqueles que nunca tiveram a oportunidade de aceitar ou rejeitar a Cristo.” Todavia, os mesmos que assim falam defendem o envio de missionários àqueles que ainda não ouviram o Evangelho e que, segundo o seu ponto de vista, não podem ser condenados. Parece contraditório manter a idéia de que o paganismo está seguro porque não ouvem o Evangelho, e ao mesmo tempo apoiar o movimento missionário; pois se os pagãos não podem ser condenados sem antes ouvir o Evangelho, e se depois de haverem ouvido alguns deles o rejeitam, então, não devemos pensar que os missionários, em lugar de levar a esperança e possibilidade de salvação ao pagão, lhes levam somente a condenação para aqueles que rejeitam a Cristo depois de haver ouvido a mensagem? Mas como Paulo demonstra em Romanos, os homens se perdem não porque rejeitam a Cristo, mas por causa dos seus pecados. E, se vão crer no Evangelho de Cristo, que lhes liberta da culpa do pecado, deverão primeiro ouvi-lo. Portanto, o envio de missionários é absolutamente um imperativo, se quisermos que o incrédulo seja salvo. A Escritura guarda silêncio quanto à salvação daqueles que são incapazes de compreender e crer no Evangelho (isto é, as crianças e os doentes mentais, etc.). Mas, é suficiente conhecer e saber que o Juiz do mundo fará o que é correto. Que estes necessitam da salvação está claro pelo fato de que a raça humana foi contaminada com o pecado de Adão (Rm 5:12-19); mas não nos diz nada a respeito da provisão feita por eles. Uma coisa é certa: se forem para o céu, terão que ir pelos méritos de Cristo, e não por serem inocentes, ou por estarem livres da culpa. Quando consideramos este assunto devemos ter em conta as palavras de Dt 29:29: “As coisas secretas pertencem ao SENHOR o nosso Deus; mas as reveladas são para nós e para os nossos filhos”. 

 Charles Hodge, Romans, p. 53. Extraído de David N. Steele & Curtis C. Thomas, Romanos Un Bosquejo Explicativo pp. 121-123. Traduzido por Ewerton B. Tokashiki  FONTE: http://www.macelocarvalho.com.br/2013/08/perecerao-os-que-nunca-ouviram-o.html#ixzz2emogbuoCclick here

A Verdadeira História do Natal

Muitas vezes sou criticado por não comemorar ou melhor não idolatrar essa data como muitos fazem. O natal que todos comemoram não tem vinculo nenhum com o nascimento de Cristo, mas isso é tema para outro dia assim como idolatrar a São Nicolau na forma de bom velhinho que também quero abordar esse assunto aqui no blog.
Espero que leiam e entendam e deixo alguns versículos que são o maior mandamento de Deus tanto para cristãos protestantes como católicos.

Exodo 20;
Então, falou Deus todas estas palavras:
2 Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão
3 Não terás outros deuses diante de mim.
4 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra
5 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.




A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz


Roma, século 2, dia 25 de dezembro.A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Adaptação Jean Krause

Homosexualidade é pecado?

[gay-hands.jpg]Que sentimentos está foto traz para você?

Nos dias atuais nossos sentimentos tem guiado aquilo que fazemos. Se você é homossexual ou um dos militantes em prol desta causa esta foto traz sentimentos de apoio, de luta em prol deste ideal.
Existem por outro lado pessoas que possuem nojo e ódio por qualquer coisa que traga a lembrança da homossexualidade.

O problema maior é que seguir nossos sentimentos não vai solucionar o problema, nem nos mostrar se estamos certos ou errados. A única forma de dirigir nossas vidas corretamente é através do que Deus pensa.

Será que Deus odeia os homossexuais?
1 Coríntios 6.9-11 nos mostra a homossexualidade em pé de igualdade com a idolatria, o adultério, roubo, enfim, a homossexualidade é pecado pois vai contra o plano de Deus em constituir homem e mulher.
No entanto o texto continua e no verso 11 mostra que alguns dos membros da igreja já haviam sido homossexuais, no entanto diz que eles foram lavados, santificados e justificados pelo Senhor.

Jesus morreu por pessoas com os pecados mais variados, ele ama as pessoas, no entanto, odeia o pecado e este é o sentimento que precisamos desenvolver.
Um desprezo por qualquer filme, livro, material que promova abertamente valores homossexuais e também valores que vão contra o ideal da família, mas precisamos desenvolver um amor profundo por todas as pessoas que ainda não conhecem ao Senhor e ainda vivem em práticas que trará sobre elas mesmas condenação e sofrimento.

Outros textos bíblicos comprovam que Deus desaprova a homossexualidade (Rm 1.25-28; Lv 20.13; 1 Tm 18-10; Gn 19.4-9).

O que fazer então?
Se você tem problemas na área de homossexualidade procure ajuda, lembre-se que Jo 8.36 fala do livramento que o Senhor nos dá e o próprio texto de coríntios diz da mudança da vida de irmãos daquela cidade.
Já se você tem dificuldades em amar um homossexual apresentando o plano de salvação para ele, lembre-se que em áreas diferentes você também foi salvo por Jesus, ele perdoou você e quer fazer o mesmo por qualquer pessoa que entre sua vida para ele.

fonte:http://adolescentecrente.blogspot.com.br

O Amor de Deus

Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” 
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” 
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” 
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” 
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz. 
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.” 
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.” 
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.” 
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”


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Marcas de Um Verdadeiro Cristão



 
Cristão [Do grego christhos, messias] – “Aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. Não basta crer em Cristo para ser cristão; é necessário, antes de mais nada, executar os mandamentos deixados por Ele. Ser cristão significa fazer-se amigo de Cristo. Os melhores cristãos são os que se parecem com Cristo” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade).
 
São muitas as características de um verdadeiro cristão. Apontaremos algumas.1. Ser filho de Deus, aquele que crê no Senhor Jesus e o aceita como seu Senhor e suficiente Salvador (Jo 1.12; Gl 3.26). A principal marca de um filho de Deus é ter sido gerado, regenerado, nascido de novo. É condição indispensável (Jo 3.3). Como tal, o filho de Deus aceita a correção de Deus: “Se estais sem disciplina, não sois filhos; sois bastardos [filho ilegítimo]” (Hb 12.6-8).
 
2. Ser discípulo de Cristo – Os primeiros crentes foram chamados de cristãos porque eram discípulos de Jesus (At 11.26). Ser discípulo é ser partidário, seguidor, aprendiz, imitador do caráter de Cristo. O discípulo se esforça por andar como Ele andou (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1). O verdadeiro discípulo deseja andar em perfeita comunhão com o Senhor, alimentando-se de suas verdades; sabem que sem Ele nada podem fazer de produtivo (Jo 6.68; 15.5). O que caracteriza também um discípulo é amar sem reservas outros discípulos, para que, em unidade, manifestem Cristo ao mundo: “Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 17.21). O verdadeiro discípulo faz outros discípulos (Mt 28.19). Nas cartas a Timóteo, o apóstolo Paulo nos deixou um formidável exemplo de como ensinar, cuidar, aconselhar e exortar os que estão sendo discipulados: “Pregues a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina” (2 Tm 4.2-NVI).
 
3. Crescer no conhecimento – O desejo do verdadeiro cristão deve ser o de crescer não somente na graça, mas no conhecimento do nosso Salvador (2 Pe 3.18). Paulo não se separava de seus pergaminhos. Apesar de se encontrar “sob cadeias”, “sabendo que “o tempo da minha partida está próximo”, manifestou o desejo de continuar lendo as Escrituras: “Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos” (2. Tm 4.13). Jesus disse que não conhecer as Escrituras constitui um erro (Mt 22.29).
 
4. Ser servo do Senhor – As características de um verdadeiro servo é (1) Obediência (1 Pe 1.14); (2) Fidelidade. O cristão se torna cristão por livre e espontânea vontade. Assim, tem por obrigação ser fiel aos compromissos assumidos; (3) Prudência. Seu falar, seu agir e seu trabalho na obra devem ser revestidos de prudência e zelo (Mt 10.16; 24.45-46); (4) Ser produtivo: “Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei” (Mt 25.23); (5) Trabalhar de boa vontade: “Servindo de boa vontade como ao Senhor e não como aos homens” (Ef 6.7).
 
O verdadeiro cristão tem direito às promessas de Deus. Destaco as essenciais:Em primeiro lugar, nunca está só: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos” (Mt 28.20). Tudo o mais se torna pequeno diante de tão grande certeza. Em segundo lugar, o verdadeiro cristão sabe que sua morada final será no céu: na vinda do Senhor, se estiver vivo, será arrebatado; se estiver morto, ressurgirá, e se encontrará com o Senhor nos ares (1 Ts 4.16-17). Em terceiro lugar, temos todos nós a promessa de que seremos semelhantes a Ele, e com Ele vivermos por toda a eternidade (1 Jo 3.2).

fonte:http://www.estudogospel.com.br

O Batismo com Espírito Santo

Podemos definir o Batismo do Espírito Santo como a obra através da qual o Espírito de Deus coloca o crente em união com Cristo e em união com outros crentes no Corpo de Cristo, no momento da salvação. I Coríntios 12:12-13 e Romanos 6:1-4 são as passagens centrais na Bíblia onde encontramos esta doutrina. I Coríntios 12:13 declara: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.” Romanos 6:1-4 declara: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Apesar de Romanos 6 não mencionar especificamente o Espírito de Deus, descreve a posição dos crentes perante Deus e I Coríntios 12 nos diz como isto acontece.

É necessário que observemos três fatos que ajudam a solidificar nossa compreensão do Batismo do Espírito. Primeiramente, I Coríntios 12:13 afirma claramente que todos fomos batizados no momento em que bebemos (recebemos o Espírito para habitar em nós). Em segundo lugar, em nenhum lugar das Escrituras ela exorta que os crentes sejam batizados com/ no/ pelo Espírito. Isto indica que todos os crentes já experimentaram este ministério. Por último, Efésios 4:5 parece se referir ao batismo do Espírito. Se este é mesmo o caso, o batismo do Espírito já é a realidade de cada crente, assim como o são “uma fé” e “um Pai”.

Concluindo, o batismo do Espírito Santo faz duas coisas: (1) nos une ao Corpo de Cristo, e (2) valida nossa co-crucificação com Cristo. Sermos parte de Seu corpo significa que somos levantados com Ele para novidade de vida (Romanos 6:4). Devemos então exercitar nossos dons espirituais a fim de mantermos este corpo funcionando adequadamente como afirma o contexto de I Coríntios 12:13. Experimentar o batismo do Espírito funciona como base para mantermos a unidade da igreja, como no contexto de Efésios 4:5. Sermos associados com Cristo em Sua morte, sepultamento e ressurreição através do batismo do Espírito estabelece a base para a conquista da nossa separação do poder do pecado que está dentro de nós e nossa caminhada em novidade de vida (Romanos 6:1-10, Colossenses 2:12).


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Fumar é pecado?

A Bíblia nunca menciona diretamente o ato de fumar. Há alguns princípios, entretanto, que definitivamente se aplicam ao fumar. Primeiro, a Bíblia ordena que não permitamos que nossos corpos se tornem “dominados” por coisa alguma. I Coríntios 6:12 declara: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.” O fumo, inegavelmente, causa forte vício. Mais adiante, a mesma passagem nos diz: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Coríntios 6:19-20). Fumar é inegavelmente muito prejudicial a sua saúde. Já foi provado que fumar causa danos aos pulmões e freqüentemente ao coração.

Pode o fumar ser considerado “benéfico” (I Coríntios 6:12)? Pode-se dizer que fumar é verdadeiramente “honrar a Deus com seu corpo” (I Coríntios 6:20)? Pode uma pessoa honestamente fumar “para a glória de Deus” (I Coríntios 10:31)? Cremos que a resposta a estas três perguntas é um grande e redondo “não”. Como resultado, cremos que fumar é um pecado, não devendo então ser praticado pelos seguidores de Jesus Cristo.

Alguns argumentam contra esta visão mostrando o fato de que muitas pessoas ingerem alimentos que não são saudáveis, que podem da mesma forma viciar e ser maléficos para o corpo. Como exemplo, muitas pessoas são tão viciadas em cafeína que não podem funcionar sem a primeira xícara de café pela manhã. Mesmo sendo verdade, como isto faz do ato de fumar algo correto? Afirmamos que os cristãos devem evitar a glutonaria e evitar o excesso de alimentos que não sejam saudáveis. Sim, os cristãos são muitas vezes hipócritas quando condenam um pecado e permitem outro... mas mais uma vez, como isto faz que o fumar honre a Deus?

Outro argumento contra esta visão de fumar é o fato de que muitos homens piedosos têm sido fumantes, como o famoso pregador britânico C.H. Spurgeon. Novamente, não cremos que este argumento tenha qualquer peso. Cremos que Spurgeon estava errado em fumar. Mas era ele, por outro lado, um homem piedoso e fantástico professor da Palavra de Deus? Claro que sim! Isto faz com que todos os seus atos e hábitos honrem a Deus? Não.

Ao afirmar que fumar é pecado, não estamos afirmando que todos os fumantes não sejam salvos. Há muitos verdadeiros crentes em Jesus Cristo que fumam. Fumar não impede uma pessoa de ser salva. Nem faz com que perca a salvação. Fumar não é menos perdoável do que qualquer outro pecado, tanto para uma pessoa se tornar um cristão, ou um cristão confessar seu pecado a Deus (I João 1:9). Ao mesmo tempo, nós cremos firmemente que fumar é um pecado que deve ser abandonado, e com a ajuda de Deus, superado.


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